Cunhã Jackeline
Klinger Araújo
Bate o tambor
Na cadência bonita da caixa
Bate o tambor
Na cadência bonita da caixa
Bate o tambor
Na cadência bonita da caixa
Bate o tambor
Na cadência bonita da caixa
Canto a toada mais bonita e mais ligeira
Que a morena mais faceira da fazenda vai dançar
Deusa da dança que alegra e encanta
E a galera se levanta e não se cansa de cantar
Oh! Jackeline, Oh! Jackeline
Índia guerreira mais bonita da aldeia
Oh! Jackeline, Oh! Jackeline
Cunhã-Poranga que a beleza presenteia
Oh! Jackeline, Oh! Jackeline
Índia guerreira mais bonita da aldeia
Oh! Jackeline, Oh! Jackeline
Cunhã-Poranga que a beleza presenteia
Sorrir, sonhar
Viver, amar
Bailar, brincar
O ritual não pode parar
Oh! Musa rosa formosa, poesia e prosa
Do meu boi-bumbá
Tua magia irradia, alegria
No teu dois pra lá, dois pra cá
Oh! Musa rosa formosa, poesia e prosa
Do meu boi-bumbá
Tua magia irradia, alegria
No teu dois pra lá, dois pra cá
Bate o tambor!



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