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Zé João

Leandro Prado

Devidamente alcoolizado, seu João da Silva
Saiu perambulando a rua por consolo
Um pé de asfalto, um outro de sapato
Calça e camisa rasgada cheirando a bicho do mato

Zé João não tem idade
Zé João não tem passado
Zé João não envelhece
Quem dera se eu fosse tu João

Leva consigo uma faca, um punhado de arame opaco
Pinga e pano aveludado pra vender artesanato
Ele é um cabra singelo, vive simples sem agonia
Zé João não deve nada, nas casas Bahia

Zé João é um Artista
Zé João Não faz a barba
Zé João Não tem patrão
Quem dera se Eu fosse tu João

De Cidade em cidade, de Estado em Estado
De cachaça em cachaça, Zé João foi condenado
A viver a vida viajando sorrindo embriagado
Levando a sua faca, pinga e pano aveludado

Zé João gosta de rir
Zé João é dançador
Zé João dorme na grama
Quem dera se Eu fosse tu João

Com extrema necessitância
De conhecer a exuberância do sol nascendo nas BR
Zé João mata a vida típica da cidade sorrindo
Pra poder viver a vida livre em liberdade


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