A Beleza Está Nos Olhos de Quem Vê
Léo Nascimento (MPB)
De repente uma tempestade
Manchou o céu da cidade
Mas por sorte ou por felicidade
A chuva na minha janela desenhou um coração
O transito trancando as ruas
Com mil buzinas cruas
Desenhou quatro lindas luas
Pintadas com fumaça sem nenhuma razão
E do lixo empilhado
Sujando a paisagem ao lado
Surgiu um papel dobrado
Que trazia o seu nome num bordão
Entre a pressa dos atrasados
E o stress dos atarefados
Uma calma boa invadiu os cercados
Soprando o vento que lembrava uma canção
Tudo pode ser belo
O cinza vira amarelo
Tudo pode ser bom
O barulho vira som
Tudo pode ser lindo
Um sonho vem vindo
Se estou com você, tudo vira glacê
A beleza está nos olhos de quem vê



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