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Balada do Covarde

Limão Rosa

Nunca conjuguei
A coragem em si ou só
É fácil de dizer, mas é difícil de sentir
Devo admitir, capitular?

Todos eu culpei
O lamento eu sei de cor
É fácil de entender que o impulso vive aqui
Devo resistir, acovardar?

Pois tenho muito medo
E o tempo é o que eu perco
Em mim

Covarde eu sou
O covarde estende a mão
Procurando quem lhe aprove, escondendo o coração
O covarde
Passarinho solto ao chão
Longe o ninho lá no alto
E aqui embaixo em decisão
Oh, no!

Nunca perdoei
Por falhar em ser melhor
O medo de perder vem com a vontade de fugir
Devo me iludir que eu sou herói?

Recente é o meu receio
E sem ressentimento em si

Covarde eu sou
O covarde estende a mão
Procurando quem lhe aprove, escondendo o coração
O covarde
Passarinho solto ao chão
Longe o ninho lá no alto
E aqui embaixo a indecisão
Oh, no!

E quando encaro seus olhos
E firmo meu passo
E eu ergo meus ombros
Maior que um abraço
Vou me aventurar
Buscar redenção

Enviada por Eduardo y traducida por VicenteSlv. Revisiones por 3 personas. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

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