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Fotografia/ Blusa Vermelha

Lisboa e Diego

Uma coisinha insignificante
Mas pra quem ama é tão importante
Um simples retrato, tipo três por quatro

Na minha carteira

Ali guardado, com meus documentos
É a razão de tanto sofrimento
De dor e angustia, me torturando
Em noites inteiras

Até que um dia, estava alucinado
Cheguei em casa desesperado
Cego de amor, louco de saudade
Me tranquei no quarto

Fui revirando meus documentos
E no desespero daquele momento
Sem perceber rasguei o seu retrato

Meu bem, agora é maior a minha agonia
Não tenho você, nem a fotografia
Mas tudo o que olho me lembra você

Amor, você vive mesmo dentro de mim
Por mais que eu queria em tudo por um fim
Não vou conseguir jamais te esquecer

Quando olho na parede e vejo seu retrato
As lágrimas banham meu rosto num pranto sem fim
Sento na cama e fico sozinho no quarto
Vem a saudade maldita, se apossa de mim

Levanto, vou ao guarda-roupa e abro as portas
Vejo a blusa vermelha que você deixou
Aí então o desespero rouba minha calma

Eu saio pra rua e até minha alma
Chora em silêncio ao sentir minha dor
Deus, ó senhor poderoso, eu lhe faço um pedido

Mande um alívio a esse coração que sofre
Se ela um dia regressar, eu lhe agradeço
Porém padecer como eu padeço
Prefiro mil vezes que me mande a morte


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