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Olho de Peixe
Luciano Lisboa
Permanentemente preso ao presente
O homem na redoma de vidro
São raros instantes de alívio e deleite
E ele descobre o véu
Que esconde o desconhecido
É como uma tomada à distância
Numa grande angular
E é como se nunca tivesse existido dúvida
Existido dúvida
Evidentemente, a mente é como um baú
E a gente decide o que nele guardar
Mas a razão prevalece, impõe seus limites
E ele se permite esquecer de lembrar
Se na cabeça do homem tem um porão
Onde moram o instinto e a repressão
Me diz aí, o que é que tem no sótão?
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