
Madre da Peste
Luh Lívia
Tinha um desejo que há tempos me guiava
Entre os medos, mil beijos de ostentação
Às vezes “nunca mais” ou “quero muito mais”
Meu vício é uma fortuna de poesia e mágoa
Eu sou do gueto
Dos estranhos bonitos
Meu rosto é calejado
Mas só me enxergam macio
Não vou me entregar
Ou devo me esquivar
Qual é o antônimo da vida?
Talvez não ter amor
É ter nada
Caiu teu ego no respirador
Se for para rolar dessa escada
Não se machuque antes de sentir a dor
Nesses momentos de se indignar
É que a gente mais penetra no cortejo do pensar
Quero me lambuzar da sua saliva lógica
Vou aprendendo sobre as horas de deixar pra lá
Talvez não ter amor
É ter nada
Caiu teus sonhos no ventilador
Se for para rolar dessa escada
Não se machuque antes de sentir a dor



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