
Minha Gateada Veiaca
Luidhi Moro Muller
Dizem que quando potranca
Foi broqueada palanqueada
E ao sentar embuçalada
Boleou de lombo no chão
E assim que foi desde então
Quando se sente enredada
Manoteia enjorcada
Quando se aperta o chinchão
A lo mas deu um colosso
Leve da boca adoçada
Valente pras paleteada
Pelo comando do freio
Ligeira para um rodeio
Por tino e sina de campo
Guardei pra mim seu encanto
Junto aos recaus dos arreio
E me estenderam um buçal
Com ordens de
Não facilita na chincha
Que esta gateada é malina
E por nada se boleia
Deixe solta das maneia
E com o cabresto na mão
Amacie bem o xergão
Sempre cuidando as oreia
Foi pra sempre esta mania
Vez por outra boleadeira
Cismava contra a basteira
E por nada se atirava
Se negava e se boleava
Com a fúria de um trovão
De boléu vinha pra o chão
Culo sem sorte na tava
Aos meus olhos de vaqueano
Minha gateada veiaca
Era um galpão sobre as pata
Depois do basto acentado
E o travessão atolado
Num coxonilho pampeiro
Quarteando os parelheiro
Na várzea de um descampado



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