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No silêncio do banhado
A noite vai se assombrar
Corre um rastro iluminado
É cobra-de-fogo, é Boitatá

Uma grande escuridão
A terra quase extinta
Uma imensa inundação
Boiguaçu tava faminta

Saiu da gruta escura
Com olhos que tudo vê
Da estranha criatura
Todos ficam à mercê

Boiguaçu olhos devora
Cavalga na noite a brilhar
Quem a natureza ignora
Boitatá vai encontrar

Boitatá, da minha infância
Boitatá, desta querência
Protetora desta estância
Sinto muito a tua ausência

Se encontrar de surpresa
Não respire, não olhe nada
Não encare ela toda acesa
É cobra velha encantada

A cegueira é castigo
A sentença é certeira
Boitatá é um perigo
Pra quem acende fogueira

Boitatá tem tanto relato
Cada um conta como quer
Cada canto tem um formato
Até dizem ser mulher

Tem nome bem diferente
Noutras bandas é Uaná
Mas no pampa da gente
Segue sendo Boitatá

Boitatá, da minha infância
Boitatá, desta querência
Defensora desta estância
Sinto muito a tua ausência


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