
Vampiro Imaginário
Luno Santo
Olho no espelho e é tão difícil de acreditar
Que algum dia já me desmontei tentando me encaixar
Nos teus conceitos, quase todos tão desiguais
Aos que eu criei imaginando as razões pra não me querer mais
Pedi perdão sem motivo
Pra não perder teus carinhos
Me redobrei ao teu origami
E te peguei esquecendo meu nome
Os meus anseios declarados pela metade
Interrompidos por qualquer drama que perdurava até tarde
Que pesadelo, derramei com facilidade
Cada segredo que qualquer um guardaria a sete chaves
Quando a Lua sumia se revelava o covil solitário
E o Sol iluminava meu vampiro imaginário
Pedi perdão sem motivo
Pra não perder teus carinhos
Me redobrei ao teu origami
E te peguei esquecendo meu nome
Desafiei meus instintos
E me percebi tão sozinho
Me desdobrei ao meu origami
E prometi não esquecer meu próprio nome



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