
O Boto
Malditos Populares
Maria descia a bacia do Rio Negro
Apareceria de barriga
Era a intriga regional
Basílio seu marido
Pensava ser o pai do filho
E de beber passou do ponto
Ao saber que o pai era o boto
Só que o boto não era um boto
Era só um coronel
Que com promessas até seu chapéu
Levou a moça a capital
A moça chegou e achou que ia ser mademoiselle
Tomar café com pão de mel
Mas o destino assim não quis
Enfim hoje enfim
Lá nos confins da cidadela
Maria agora é Gabriela
E ganha vida num bordel
E Basílio vive em cima
Em cima de outras moças
Juntando todas as suas forças
Pra esquecer que um dia amou



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