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Soneto do Rio Cachoeira
Manzuá
Havia céu e sol na correnteza,
Brilhinhos chuviscando a natureza.
Nos peraus e pedras negras havia
Uma lua, branca ave sem ser fria.
Não havia dúvida nem certeza
Apenas rioflor, risos de pureza.
Certamente canção de noite e dia,
Certamente uma fábula que havia.
E olhos de outras águas, de lei renhida,
Rosto de sofrido sol, de sombria
Lua, decididamente haveria
De ver vidrinhos em antiga dança,
Prata da noite em superfície mansa
Reinventando o mistério da vida.
Escrita por: Cyro De Mattos / Manzuá. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.



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