
O Outro
Marcio Bragança
Eu venho aqui atrás de outro eu
E não sou eu que vou me encontrar
A menos que alguém que saiba o mal que isso tem, chegar
Quisera, então, reconhecer o bem
Com as mãos sedentas poder agarrar
O pouco que se tem de alguém que muito pouco dá
Quem dera andar no mar, aprender sem inventar
Toda língua que nos faz rever a solidão
Quem dera imaginar um outro sol pra se esquentar
Quem dera imaginar um outro som pra se escutar
Eu venho aqui atrás de outro eu
O mesmo eu que chove sem molhar
A menos que alguém que saiba, possa acreditar
Pudera, então, reconhecê-lo bem
Com as mãos sedentas poder agarrar
O muito que se tem de alguém que muito pouco dá
Quem dera andar no mar, aprender sem inventar
Toda língua que nos faz rever a solidão
Quem dera imaginar um outro sol pra se esquentar
Quem dera imaginar um outro som pra se escutar



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