Tomara
Marcio Cardoso
Quem dera uma janela neste quarto frio e cinza
Por onde o vento assobiasse um sonho e esperança
Quiçá, neste quadrado de estranheza
O Sol aqueça o afeto da gente!
Tomara uma chuva para pintar prédios e campos
Que sangre as barragens do sertão e consciência
Oxalá, terra de todos
O pão nosso cada dia e o mesmo Deus
Abram as cortinas para entrar
O pólen, o vento, o Sol e o ar
Que todas as gentes se deixem banhar
De empatia e ternura
Ó, abram alas para passar
Seja quem for, de outro lugar
Sejamos iguais no direito e valor
No dever e no amor!



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