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Cheguei ao meio da vida já cansado
De tanto caminhar já me perdi
Num estranho país que nunca vi,
Sou neste mundo imenso o exilado


Tanto tenho aprendido e não sei nada
E as torres de marfim que construí
Em trágica loucura as destruí
Por minhas próprias mãos de malfadado


Se eu sempre fui assim esse mar morto,
Mar sem marés, sem vagas e sem portos
Onde velas de sonhos se rasgaram


Caravelas douradas a bailar
Ai quem me dera as que eu deitei ao mar
As que lancei à vida e não voltaram, não voltaram...

Escrita por: Florbela Espanca / Marcos Assumpção. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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