O Lobo
Marcos Pagu
Venha até a nós, vossas crianças
Rasguem-se na pele espinhosa do cordeiro
Entreguem-se por inteiro
Não há nada mais que consigamos melhorar
Soprem na mansão dos porcos
Cada porco tem dentro do torax um torrão
Cada ser que agradar aquele que maltrata
Poderá achar que também tem um coração
Poupe-me, poupe-me
Poupe-me de suas cômicas tragédias!
Mostrem-nos em cada reza uma fé calada
Quando nascerão aqueles que renascerão
Uma nova fé, um novo tempo, um novo sentimento
Um estado, uma crença, uma exatidão
Quem permanecer acreditando no marasmo
Com certeza, as diferenças nunca entenderão
Se respeitá-las, nunca lhes ensinara
É como evitar, se não lhes deram educação
Poupe-me, poupe-me
Poupe-me, pão e circo e luzes de janelas em suas mãos



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