Pescador do Rio Verde
Marcos Violeiro e Adalberto
Moro num simples ranchinho
Que só tem quatro paredes
Tenho comigo o meu pinho
Meus anzóis e minha rede
Tenho tudo direitinho
Não passo fome nem sede
O que me falta é carinho
Porque eu vivo sozinho
Ás margens do rio Verde
Por ser um bom pescador
Vou vivendo sossegado
Não derramo meu suor
Com o serviço pesado
Também sou bom trovador
Só faço versos dobrados
O meu pinho chorador
Nunca perdeu pra cantor
Por mais que fosse afamado
O vento forma as marés
E vai deitando as taboas
Onde o rio não dá mais pé
Uso minha canoa
Pra fazer minhas caçadas
Tenho espingarda boa
Para refrescar a moringa
Tenho um garrafão de pinga
Daquela que faz coroa
Pescaria e cantoria
É o meu maior prazer
É o que me traz alegria
Pra tristeza esquecer
A saudade me judia
Mas eu vou me defender
Quero trazer qualquer dia
A minha flor maravilha
Para comigo viver



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