
Se Não Me Amas, Oh! Mulher
Mário Pinheiro
Se não me amas, oh mulher, para que me prendes?
O teu amor, o teu afeto é meu viver
Não escarneças, oh mulher, de quem te adora
Não sorrias, oh mulher, do meu sofrer
Tu és a causa voluntária de meus prantos
Tu és a causa voluntária desta dor
Hoje, zombando, tu repeles meus extremos
E vais pagando com ludíbrios este amor
Tu murchaste para sempre as minhas crenças
Eu já não posso mais gozar o que gozei
Sei que sou pobre e, olha, a um pobre não se ama
E fui um louco, oh sim mulher, porque te amei
Eu fecharei meu coração a teus rigores
A indiferença e ao desprezo eu vou te dar
Mas, juro, a ti, que espezinhaste os meus afetos
A ti, cruel, não amo, oh! Não, nem hei de amar



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