
Aos Homens - José Duro (Espírito)
Maurício Gringo
Volta ao pó dos mortais, homem que vens, depressa
A chave procurar do enigma que encerra
A paragem da morte, o mais além da Terra
Onde o sonho termina e a vida recomeça
Volve ao sono cruel da tua carne obscura
Amassa com o teu pranto o pão de cada dia
Vai com o teu padecer sobre a estrada sombria
Para depois ouvir a voz da sepultura
Tomé, coloca as mãos na tua própria chaga
Perambula na dor da tua noite aziaga
Porque a treva e o sofrer sempre hão de acompanhar-te!
Reconhece o quanto és ignorante ainda
A vida é vibração ilimitada, infinda
E o seu grande mistério existe em toda parte



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