
No Horto - Olavo Bilac (Espírito)
Maurício Gringo
Tristemente, Jesus fitando os céus, em prece
Vê descer da amplidão o Arcanjo da Agonia
Cuja mão luminosa e terna lhe trazia
O cálix do amargor, duríssimo e refece
Se puderdes, meu Pai, afastai-o!, dizia
Mas eis que todo o Azul celígeno estremece
E do céu se desprende uma doirada messe
De bênçãos aurorais, de Paz e de Alegria
Paira em todo o recanto a vibração sonora
Do Amor e o Mestre já na sede que o devora
De imolar-se por fim nas aras desse Amor
Sente a Mão Paternal que o guia na amargura
E sublime na fé mais vivida, murmura
Que se cumpra no mundo o arbítrio do Senhor!



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