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Quando eu era criança
Vendo que o alto da serra
Entre o céu azul e a terra
Eu ficava a meditar

Na mais santa esperança
Vendo aquele céu tão lindo
Eu pensava que subindo
Lá no céu pudesse entrar

Sem cansaço na subida
Eu fitava o céu aberto
Que me parecia perto
Oh! Meu Deus que ingenuidade

Sem saber o que é a vida
No meu sonho de criança
Eu julgava que se alcança
A real felicidade

Mas passando o alto da serra
Pouco a pouco na descida
Eu sentia que na vida
Esperança é fugaz

Compreendi que aqui na terra
A ventura que eu sonhava
Este céu que eu contemplava
Eu deixara para trás

Quando eu era criança
Vendo que o alto da serra
Entre o céu azul e a terra
Eu ficava a meditar

Na mais santa esperança
Vendo aquele céu tão lindo
Eu pensava que subindo
Lá no céu pudesse entrar

Sem cansaço na subida
Eu fitava o céu aberto
Que me parecia perto
Oh! Meu Deus que ingenuidade

Sem saber o que é a vida
No meu sonho de criança
Eu julgava que se alcança
A real felicidade

Mas passando o alto da serra
Pouco a pouco na descida
Eu sentia que na vida
Esperança é fugaz

Compreendi que aqui na terra
A ventura que eu sonhava
Este céu que eu contemplava
Eu deixara para trás

Escrita por: Capitão Furtado / Miltinho Rodrigues. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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