
Viajeiro
Milton Sica
Quando viajo respiro o mundo
Incontáveis segundos renovam meu ser
Entendo a vida, me curam feridas
As coisas tão boas que se pode ter
Revejo meus jeitos, repenso verdades
Ao longe o horizonte não pode parar
Os sonhos vividos, realidades sonhadas
Eu sempre me encontro quando encontro as estradas
Pelos caminhos
Bebendo paisagens
No meio das ondas
Abraço o meu céu
Eu não vou sozinho
Carrego mensagens
E sempre, contigo
Encontro com Deus!
A vida obscura, silêncios de gente
Dos tão descontentes por nunca sair
O tempo nem sente praquele que parte
Em caminhos constantes pra dentro de si
A vida e as viagens constroem o que somos
Na mala levamos muito mais que emoções
Voltamos com o peito repleto de almas
E o brilho dos olhos com novas visões



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