
Contas
Miro Saldanha
CONTAS
(Letra e Música: Miro Saldanha)
Terra seca no coração
+ solidão e poeira
- fé + desilusão
= tentação, bobeira.
Vida nova ao sonho rural
+ vendaval urbano,
fim da conta e prova real
deu = engano.
REFRÃO
Quem já ouviu a cigarra
o meu canto entenderá;
por conta, diz a guitarra
o que minh'alma dirá.
Quem, pelo campo, fez tanto,
some as saudades de lá
e empreste a voz ao meu canto,
que eu trago o campo pra cá.
O concreto é cruel, assim!
É bem assim, covarde!
Quando a gente percebe o fim,
sei por mim, é tarde!
Soma o resto e divide o pão!
Pranto não, labuta!
Essa gente de "pé-no-chão"
não diz "não" sem luta!
REFRÃO (bis)



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