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Amanhã Acorda Cedo

Móveis Coloniais de Acaju

O vento no meu rosto
Não me diz de onde vem
A pele sente o sopro
Mas o corpo se mantém

Eu sei que houve um tempo
Onde o horizonte era mar
Perfeito e sem vento
Tão distante de alcançar
E se é preciso navegar

Ah, eu quero a leveza do ar
Tento não ter mais o peso no olhar

Leve embora o que não é pra ser
Seja atento, porque quero andar
Ando certo de onde devo estar
E não é aqui

Quero amar como se fosse o fim
Finalmente ter pra onde ir
Corto a voz de ontem
Quero ouvir o amanhã que o vento traz
Me enche de paz

O dia acorda cedo
Não me diz pra onde vai
Estrada, terra quente
Segue o sol e nada mais

Meu mundo em movimento
Paro e sinto o chão caminhar
Pareço estar perdido
Diz pra mim quem não está
Diz pra mim onde chegar

Ah, eu quero a leveza do ar
Tento não ter mais o peso no olhar

Leve embora o que não é pra ser
Seja atento porque quero andar
Ando certo de onde devo estar
E não é aqui

Quero amar como se fosse o fim
Finalmente ter pra onde ir
Corto a voz de ontem, quero ouvir
O amanhã que o vento traz
Me enche de paz

Ah, eu quero a leveza do ar
Tento não ter mais o peso no olhar

Leve embora o que não é pra ser
Seja atento porque quero andar
Ando certo de onde devo estar
E não é aqui

Quero amar como se fosse o fim
Finalmente ter pra onde ir
Corto a voz de ontem, quero ouvir
O amanhã que o vento traz

Escrita por: Móveis Coloniais De Acaju. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Douglas. Subtitulado por Douglas. Revisión por Marcelly. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

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