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Um vulto ali cantou um luzir
Mas pra ouvir tem que calar a voz
E desvendar no som a água
E desfazer o alarido em pó
Um beija-flor vulto na noite
Mas pouco vale toda a sua cor
Tal qual o homem sem luz é nada
Tal qual a força se perde sem direção
Lá, onde a lua nasce
E as estrelas vem
Dessa janela me encontro em ti
Pleno de ancestrais, longe dos poréns
Na imensidão do que sinto e sou
Um brilho eu vi cair do céu grená
E o que eu pedi, o tempo vai mostrar
Quando eu souber contar estrelas
Multiplicar o luzir em nós
Escrita por: Bernardo Do Espinhaço / Joaquim Izidro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.



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