Naquela Estrada, a Outra Versão
Nato Matos
Lobos passeavam na estrada
Ninguém seguia na contramão
Na boca tinha um caramelo
Estava na solidão
Com batom escreveu no espelho
Cheiro de folha no ar
Motos voavam sem asas
Sussurros para se deleitar
Ligaram o som do carro
Céu pintado em tons pastéis
Janelas estavam abertas
Ainda não era verão
Copos vazios molhados
Sapatos embutidos na cama
Mentiras não desejáveis
Heresia atada no vácuo
Vozes soavam ao vento
Talvez fosse uma revolução
Trilhos de ferros seguiam
Tinham pegadas na frente de um bar
Livros caíram da estante
Grite quando sentir dor
Sorria em um alto-falante
Brinde sempre o amor
Cuidado com estranhas miragens
Vista o que quiser
O dia está calado
É hora de relaxar
O bolso ficou vazio
Comeu pão na refeição
A moringa era de barro
Mijaram no banheiro da praça
Não tinha lobisomem na rua
Portas trancadas rangiam
Milagres nos livros banidos
Silêncio para despertar
Olharam uma nave voando
Mãos grafitavam paredes
O planeta estava assustado
Força na voz da mulher
Palavras riscadas na areia
Vieram sem dizer nada
Queriam Paz, amor e desejos
Desejavam a felicidade
Os faróis foram testados
Ligaram também o motor
Pés calçados seguiram, viagem
Seguiram cantando o Amor



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