
Querencia
Nereu Loures
Querencia, lavraram tuas verdes colinas
Represaram a água da fonte
Semearam este pasto cinzento
Querencia, não tem luar entre arvores frondosas
Ofuscado por luzes que não piscam
Natureza perdida no tempo
Querencia, cadê o quero-quero que anunciava a chegada
Dos peões em final de tropeada
Com os rostos cobertos de suor
Querencia, apagou-se o fogo de chão
Onde os peões contavam seus causos
Sorvendo um amargo chimarrão
Querencia, cadê tuas mangueiras caiadas
Seus tropeiros e bois pela estrada
A poesia da vida do campo
E as rodas das carretas legendárias
Esquecidas no teto ficaram
Em algum bolicho de beira de estrada



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