
Intro (part. Carlos Seidl)
Netos de Dona Neves
Já basta, já basta!
Esses moleques malditos de novo!
Pode se saber o que estavam tentando fazer com todo esse barulho?
Não poderiam tocar em silêncio
Digo, digo, digo, digo
Sem fazer tanto escândalo
Parem de me atazanar
Parem de me atazanar
Já não basta ter que aturar sempre aquele barriga do senhor chato
Digo, digo, digo
É, aquele chato do senhor Barriga me cobrando o aluguel
E quando foi que eu atrasei o aluguel?
Não respondam, não respondam
E eu que já trabalhei de tudo
Já fui cabeleireiro, sapateiro, carpinteiro, leiteiro
Chegou o leiteiro, chegou cantando
Chegou o leiteiro, chegou dançando
Vai leite?
Já vendi chapéus, sapatos ou roupa usadas!
Quem tem!
Já vendi até churros, churros, churros
Os higiênicos churros de Dona Florinda
Aí que droga
Velha ridícula
Mas não existe trabalho ruim
O ruim é ter que trabalhar
Já não basta todos os problemas
E esses moleques ainda colocam o nome da minha vózinha na banda
Tinham que ser os Netos de Dona Neves mesmo!



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