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Letra

    Naquela noite, naquela noite
    Que me tiraram o que é meu
    E eu nem vi quem me prendeu
    Naquela noite

    Estava a ir embora, e a noite ficou fria
    Ouvia o meu nome, mas nada sentia
    E se eu tivesse ficado só menos uma hora
    Talvez também não fosse aquilo que eu sou agora

    Para, para, para, para, para
    Eu gosto de ópera, mas somos ciganinhos e vamos pandigar um bocadinho
    Abre uma cerveja

    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Porque tenho medo
    À casa do Ti Marinho
    Tem navalhas e pistolas

    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Porque tenho medo
    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Porque tenho medo
    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá

    Porque tenho medo
    À casa do Ti Marinho
    Tem navalhas e pistolas
    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Porque tenho medo
    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Eu não vou lá, não vou lá, não vou lá
    Porque tenho medo

    O tempo ensinou
    A ver a vida a cor
    Trouxe-me até onde estou
    E se eu pudesse, eu não mudaria nada
    O tempo tornou-me em quem sou

    Escrita por: Triana Marin, Avelino Abel Vaz Maia, Azart. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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