
Tempos Difíceis
Nova Nação RAP POA
Tempos difíceis
Como um adeus
Se não for Deus
Quem vai ser por nós?
Que abandonado
Cadê o sorriso daquela criança
Que se perdeu
E com ela
Toda a sua esperança
Noites que se foram como um
Soco num vácuo dum temente breu
Que se perdeu e por ele até morreu
Que vaidade achar que tudo o que você quer
Te torna tão maior que a verdade e que os outros
Mas não! Mas não é!
Todos temos um valor espiritual
Incandescente, fé na força do amor
Independente, da sua classe social
Sexo, idade, ou do presidente!
É! Queremos sempre o bem de toda nossa gente
E que em frente, nunca mais serei temente
É! Fé nas linhas, que escrevo igual semente
Plantando, as plantas, que florescem, crescem, dentro da sua mente
Influente a paz
Que domina o nosso subconsciente
Basta você ver aquilo que se sente
E de correntes que o mundo está tão cheio
Dos devaneios dos falsos profetas que são
Heróis e reis
Preso a vocês, a fé que te aprisiona ao sentido
São histórias de desastres, tão capazes
De acabar contigo
É!
Se desfazer de toda a ideia
Como um rio que corre o cobre dessa água podre
Só te consome com as mágoas, de um sofrimento
Arrependimento, das pedras
E das marcas vi por toda estrada
Pátria amada
Ô pátria amada



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