
Tempestade
O Cerne
A chuva arde forte no meu peito
Que está cansado de arder
Feito machucado ralo que não faz sangrar
Tudo vai estagnando aos poucos
Sem entender qual a razão
Sigo em frente ignorando as gotas pelo chão
Me perco em pensamentos
Tempestade vejo se aproximar
Dias, noites, céu escuro
Em prantos sinto começar
A tempestade jorra todo o assombro
Sobre a trilha a andar
Sopra longe o anseio de poder retomar
E ela joga sujo, joga baixo
E me joga pelo chão
No caminho meio andado
Preso feito um cão
E preso em pensamentos
Tempestade vejo se agravar
Meses, anos céu escuro
Em prantos, segue sem cessar
A tempestade jorra todo o assombro
Sobre a trilha a andar
Sopra longe o anseio de poder retomar
Caio me levanto, sigo em frente
Vejo o tempo acalmar
Mas no horizonte, o céu escuro
Um dia vou voltar
Me perco em pensamentos
Tempestade vejo retomar
Dias, noites, céu escuro
Em prantos, segue sem cessar
A tempestade jorra todo o assombro
Sobre a trilha a andar
Sopra longe o anseio de poder retomar



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