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A Última Flor do Lacio
OlavoBilac
A Última Flor do Lacio
Última flor do lácio, inculta e bela
És, a um tempo, esplendor e sepultura
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela
Amo-te assim, desconhecida e obscura
Tuba de alto clangor, lira singela
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo
Amo-te, ó rude e doloroso idioma
Em que da voz materna ouvi: "meu filho"
E em que camões chorou, no exílio amargo
O gênio sem ventura e o amor sem brilho
The Last Flower of Lacio
Last flower of the Lacio, uncultivated and beautiful
You are, at once, splendor and tomb
Native gold, which in impure ore
The rough mine hides among the gravel
I love you like this, unknown and obscure
Trumpet of high clangor, simple lyre
That has the trumpet and the whistle of the storm
And the murmur of longing and tenderness
I love your wild vigor and your scent
Of virgin forests and wide ocean
I love you, oh rough and painful language
In which from the maternal voice I heard: 'my child'
And in which Camões wept, in bitter exile
The unfortunate genius and love without brightness



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