
Estradas e Bandeiras
Oswaldo Montenegro
Um homem, uma estrada e um cavalo
Seguindo no escuro da noite
Os sinais do Cruzeiro do Sul
Destino de um homem só
E de tantos mais
Que pegaram essas paradas
Sem a agonia de ir longe ou perto
E dá-lhe pó
Sem inimigo, compromisso
O peito aberto, com as mãos limpas
E o espírito nu
Norte nem sul
Nem pouso nenhum
Apenas os pés nas estradas
Chapéu marrom
E um velho acordeom
Puxando uma antiga balada
Bateu um vento aqui
A ideia de ir
Atrás de uma estrela cadente
Estamos aí
Chegar ou sair
O que importa é o que a cabeça pense
Um homem, uma estrada e um cavalo
Seguindo no escuro da noite
Os sinais do Cruzeiro do Sul
Destino de um homem só
E de tantos mais
Que pegaram essas paradas
Sem a agonia de ir longe ou perto
E dá-lhe pó
Sem inimigo, compromisso
O peito aberto, com as mãos limpas
E o espírito nu
Norte nem sul
Nem pouso nenhum
Apenas os pés nas estradas
Olhos atrás
De outros sinais
Que brilhem em mais caminhadas
O tempo fugiu
E a gente nem viu
Que nunca mais fomos os mesmos
Estamos a mil
E o mundo não saiu
Os muros das pátrias e bandeiras



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