
O Estouro da Boiada
Palmeira e Luizinho
Foi lá nos pago quando estoura uma boiada
Deixa toda a gauchada de cabelo arrepiado
Que trapaiada, corre aqui corre pra ali
Esse boi já qué fugi, cerca ele do outro lado
Um boi cinzento, um boi pintado, um boi maiado
Veio um dia do meu lado com as parte de chifrá
E eu sou cabra que não teme nem capeta
Mas eu vi a coisa preta e tratei de me esquivá
Firme colega, pula já aquele valo
Meta a espora no cavalo que a boiada qué estourá
Óia esse brejo, cerca lá este garrote
Meta o laço no cangote que é pra ele não atolá
Eu quando saio a galope numa estrada
Acercando uma boiada que tá em ponto de estourá
Minha cabocla que de mim nunca se esquece
Reza logo uma prece pro meu santo me ajudá



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