
Ao Chico com Carinho
Paulinho Tapajós
Estava a tôa na vida, quando o meu amor me chamou
Pra verde rosa mais querida, com a Mangueira eu vou
Na roda viva da vida, me despedi da dor
A passarela ficou mais bela, na poesia e na paixão
Chico Buarque, o que será que me dá, se eu canto o seu refrão
Eu chego as lágrimas com as suas páginas
São feito pétalas de flor
Eu fico atônito, com esse espetáculo
Eu fico bêbado de amor
Hoje o meu samba saiu
De olhos verdes flores rosas e vestiu
Nesse palco a branca luz do refletor
E a mangueira ficou tricolor
Politheama de paixão
Quem te viu e quem te vê, é um coração
Transbordando à flor da pele, é a razão
Que se opõe às forças da opressão
E a hora de dividir vai chegar
E a fome do meu guri vai passar
E o povo olha aí vai gritar, que é outro dia
No dia em que essa terra dos sem terra
Fizer justiça de verdade ao seu trabalhador
No dia em que essa terra dos sem terra
For como o sonho do escritor, do samba e do amor
Olê ,olê, olê, olê, olê, olá
Tô pedreiro, tô poeta
Tô sem terra, tô Mangueira
Olê, olê, olê, olê, olê, olá
Tô que é só felicidade
Tô guri pra vida inteira



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