Suscríbete

Rancheira da Seca Grande

Paulo Dias Garcia

Numa baia patacada eu vou deixando rastro
Pelo campo alheio
Recorrendo várzeas e variando sangas
Num triste assobio da solidão do arreio

Não dá pra tirar um tanto
Remendar um cabresto pra estes meus aperos
E até o vento manso que vem na parreira
Que mal seca o suor deste meu baixeiro

Nesses dias resequidos nessas horas largas
De parar rodeios
Não colhe uma nuvem não pinga uma gota
Na soleira braba do sol de janeiro

E me vou enterrando couro
Remendando cerca e varrendo o terreiro
Esperando a chuva para encher a sanga
E regar os sonhos de um viver posteiro


Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Paulo Dias Garcia y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección