A Procissão
Peão Brasil e Valentinho
No interior de São Paulo
Este fato aconteceu
Existia um fazendeiro
Não era temente a Deus
Só pensava no dinheiro
Aquele homem ateu
Um certo dia o destino
Lhe deu o que mereceu
Uma seca muito brava
Assolava o sertão
O povo se reunia
Pra sair em procissão
Rezando para chover
Levando a santa na mão
A novena prosseguia
Por toda a região
Quando o fazendeiro soube
Daquela aproximação
Mandou fechar a porteira
Amarrou um correntão
Deu a ordem ao capataz
Não deixe que entrem não
O homem obedeceu
Desviando a procissão
Os oradores voltaram
Foram pra outra região
Quando foi no nono dia
Escureceu o sertão
Formou-se um temporal
Choveu em toda a região
Na fazenda do ateu
Não deu um pingo no chão
O homem desesperado
Com aquela situação
Vendo seu gado morrendo
De fome e desnutrição
As outras terras molhadas
Brotando a vegetação
Procurou os oradores
E pra Deus pediu perdão
Levaram ele pra igreja
O padre deu a bênção
Deus que é todo poderoso
Dele teve compaixão
Hoje é temente a Deus
Com os pobres reparte o pão
O homem se converteu
E é o líder da procissão



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