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Um pobre menino com sete aninhos
Não tinha amiguinho pra se distrair
Perdeu a mãezinha numa noite fria
A sua alegria findou-se ali

Seu pai trabalhava cuidando da roça
Em uma palhoça, rancho de sapé
Menino vivia brincando sozinho
Com seu cachorrinho de raça qualquer

Um dia zezinho perguntou ao pai
Quanto de terreno se carpe no dia
Seu pai respondeu num tom agressivo
Não sei se é preciso dizer a quantia

Por que você quer saber isso agora?
Ele sem demora, escute o que eu digo
Estamos em dezembro, eu vou lhe ajudar
O senhor brincar no Natal comigo

O seu pai mediu a sua tarefa
Você carpe esta tá ganho meu dia
Zezinho pegou uma enxadinha
A menor que tinha e pra roça seguia

Mas infelizmente a grande tristeza
Chegou de surpresa no final do dia
Uma grande cobra mordeu o zezinho
Nos braços do pai o menino morria

Esse homem rude que só trabalhava
Não teve um tempinho pro filho querido
Morreu de remorso o pobre coitado
Sentindo culpado do acontecido

Que sirva de exemplo para os pais de hoje
Trate o seu filho com amor e carinho
Pede sempre a Deus pra não repetir
O que aconteceu com o pobre zezinho

Escrita por: Agenor R. da Silva / Valdir M. Borba. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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