
Dois Ébrios
Pedro Bento e Zé da Estrada
Pra esquecer o meu amor eu fui beber num botequim
Quando veio um pobre ébrio que sentou perto de mim
Com seus rosto maltratado mostrava seu triste fim
E olhando um retrato ele me falou assim:
A mulher que eu tanto amava destruiu minha esperança
Me deixando um certo dia não honrou nossa aliança
Sua negra falsidade sempre na lembrança
E até a própria vida eu perdi a confiança
Com o coração em brasa sua história eu contei
E ouvindo estas palavras de tristeza até chorei
Naquele mesmo retrato minha amada eu avistei
Pra aliviar meu sofrimento a verdade eu confessei.
Aquela mulher malvada que abandonou meu lar
Pra realizar meu sonho veio comigo morar
Certo dia foi-se embora me deixou triste a penar
Hoje afogo as mágoas nas bebidas deste bar.



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