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Velha Morada
Pena Branca e Xavantinho
Velha morada onde eu me criei
Recanto alegre lá do meu sertão
Faz tanto tempo que eu te abandonei
E hoje eu moro com a solidão
Aqui na estância quando escurece
Desce da noite o seu negro véu
As estrelinhas que vaga no espaço
A Lua cheia vem brilhando o céu
Velha morada eu ainda me recordo
Daquele dia que eu me despedi
E a porteira lá do espigão
Por despedida duas vez bati
Que rancho que me pertencia
A natureza de cipó cobriu
A porteirinha que bateu um dia
Apodreceu e pelo chão caiu
Escrita por: Mestre Rezende / Xavantinho. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por PEDRO. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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