
Samba-Enredo 2026 - O Mistério do Príncipe do Bará - a Oração do Negrinho e a Ressurreição de Sua Coroa Sob o Céu Aberto do Rio Grande
G.R.E.S. Portela (RJ)
Enquanto houver um pastoreio a chama não se apagará
Não há demanda que o povo preto não possa enfrentar
Aê, oni Bará! Aê, babá lodê!
A Portela reunida, carregada no dendê
Sob o céu do Rio Grande, tem reza pra abençoar
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
Aê, oni Bará! Aê, babá lodê!
A Portela reunida, carregada no dendê
Sob o céu do Rio Grande, tem reza pra abençoar
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
Ê, Bará, ê, Bará, ô!
Quem rege a sua coroa, Bará?
É o rei de Sapaktá
Aláfia do destino no Ifá!
Tem mistério que encandeia
Pro batuque começar
Sou mistério que encandeia
Pra Portela incorporar
Vai, negrinho, vai fazer libertação
Resgatar a tradição onde a África assenta
Ô, corre gira, vem revelar o reino de Ajudá
O Pampa é terra negra em sua essência
Alupo, meu senhor, alupô!
Vai ter xirê no toque do tambor
Alumia o cruzeiro, chave de encruzilhada
É macumba de Custódio no romper da madrugada
Alupo, meu senhor, alupô!
Vai ter xirê no toque do tambor
Alumia o cruzeiro, chave de encruzilhada
É macumba de Custódio no romper da madrugada
Curandeiro, feiticeiro, batuqueiro precursor
Pôs a nata no gongá, ô, iaiá!
Fundamento em seu terreiro, resiste a fé no orixá
Da crença no mercado ao rito do rosário
Ainda segue vivo o seu legado
Portela, tu és o próprio trono de Zumbi
Do samba, a majestade em cada ori
Yalorixá de todo axé
Enquanto houver um pastoreio, a chama não apagará
Não há demanda que o povo preto não possa enfrentar
Aê, oni Bará! Aê, babá lodê!
A Portela reunida, carregada no dendê
Sob o céu do Rio Grande, tem reza pra abençoar
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
Aê, oni Bará! Aê, babá lodê!
A Portela reunida, carregada no dendê
Sob o céu do Rio Grande, tem reza pra abençoar
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
Ê, Bará, ê, Bará, ô!
Quem rege a sua coroa, Bará?
É o rei de Sapaktá
Aláfia do destino no Ifá!
Tem mistério que encandeia
Pro batuque começar
Sou mistério que encandeia
Pra Portela incorporar
Vai, negrinho, vai fazer libertação
Resgatar a tradição onde a África assenta
Ô, corre gira, vem revelar o reino de Ajudá
O Pampa é terra negra em sua essência
Alupo, meu senhor, alupô!
Vai ter xirê no toque do tambor
Alumia o cruzeiro, chave de encruzilhada
É macumba de Custódio no romper da madrugada
Alupo, meu senhor, alupô!
Vai ter xirê no toque do tambor
Alumia o cruzeiro, chave de encruzilhada
É macumba de Custódio no romper da madrugada
Curandeiro, feiticeiro, batuqueiro precursor
Pôs a nata no gongá, ô, iaiá!
Fundamento em seu terreiro, resiste a fé no orixá
Da crença no mercado ao rito do rosário
Ainda segue vivo o seu legado
Portela, tu és o próprio trono de Zumbi
Do samba, a majestade em cada ori
Yalorixá de todo axé
Enquanto houver um pastoreio, a chama não apagará
Não há demanda que o povo preto não possa enfrentar
Aê, oni Bará! Aê, babá lodê!
A Portela reunida, carregada no dendê
Sob o céu do Rio Grande, tem reza pra abençoar
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
Aê, oni Bará! Aê, babá lodê!
A Portela reunida, carregada no dendê
Sob o céu do Rio Grande, tem reza pra abençoar
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
O príncipe herdeiro da coroa de Bará
Ê, Bará, ê, Bará, ô!



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