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Debulhando pinha se repontam sonhos
Se fala do tempo e do amor antigo
Debulhando pinha se debulha a alma
Nas frias noites calmas de viver contigo

Em tempos de antanho que a história registra
Me embrenhei nos ermos desses matagais
Dos campos serranos de pastagens ralas
Do azul das gralhas, e verdes pinheirais

Na lida da pinha conheci Maria
Cresceram meus filhos, lidando também
Enterrei sementes nas curvas do pastos
Onde os verdes rastros se encontram com o além
Colhi pinhas verdes tais como a esperança
Tempos de bonança e de querer bem

Hoje volto triste, trotando lembranças
Debulhando pinha pra colher pinhão
Na beira de estrada, trilha dos tropeiros
Antigos romeiros, marca desse chão

Pertenço a essa gente de origens várias
Sob araucárias plantei meu coração
Que voe minha alma e encontre noutro mundo
Um solo fecundo, pra plantar pinhão

Na lida da pinha conheci Maria
Cresceram meus filhos lidando também
Enterrei sementes nas curvas do pastos
Onde os verdes rastros se encontram com o além
Colhi pinhas verdes tais como a esperança
Tempos de bonança e de querer bem

Escrita por: Pedro Valdéras / Zauri Tiaraju De Castro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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