
A Última Chance da Certeza
Do Culto ao Coma
Última vez que me estrago
Já deu mais um mês e a vida não pára
Por que eu fechava os olhos
Meus dilemas acabavam
Eu tirei férias de todos os sonhos
Eu sou real, eu fiz de Deus um mortal
Vocês são todos uns tolos
À força de um mundo normal
Quando entro em minha vida
Meu corpo gera uma ferida
É minha linha perdida
As ruas não dormem mais
Nem mesmo eu sei o que me traz o caos
Eu estou sempre à deriva no mar
E ao fechar os olhos
Meus defeitos pioravam
Você usa as máscaras certas
Fingindo ser a voz correta
Manipulando quem não enxerga
Mas eu estou aqui alerta
Desmentindo suas promessas
E mostrando sua podridão
São as imagens recorrentes
Que se alojam por um momento
Provam que não se pensa, mas se sente
Que controle se perde com um vento



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