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Vejam só eu tomei umas aguardentes
Montei no meu jumento
Dos meus sentimentos com jurema eu fui falar

Eu falei, mas não adiantou
Me tratou feito um cachorro
E nem quis me olhar

Estou na merda, na ruína do destino
Chorando feito menino, bebendo de bar em bar

De bar em bar, só cachaça e solidão!
De bar em bar, ah como dói meu coração!

De bar em bar, ô que vida infeliz!
De bar em bar, aquela peste não me quis!

Escrita por: Praxedes Epaminondas da Silva Filho (Praxedes). ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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