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Figueira, sombra e Cantiga

Raça do Sul

Busquei guarida pro meu verso mais criolo
Que anda solito ao relento de influencias
De um sol estranho com nacente estrangeira
Queimando o solo das cantigas da querencia

Meu canto xucro galopiou no campo aberto
E nos povoados que cruzou não fez pousada
Pois no caminho mui moderno dos costumes)
Já anda escasso até mesmo muma ramada)2x

De rédeas firmes cavalguei o chão nativo
Vi o meu sonho transformando-se em distancia
E apadrinhando o trote largo de uma rina
Fiz dentro d``alma o aconchego de uma estancia

Fui palanqueando o potro manso da razão
Que nega estribo ao costume de outros tantos
Sestiei no pasto verde do solo gaúcho)
Deitado á sombra da figueira do meu canto).2x

Escrita por: Dionisio C. Da Costa / Moisés Machado. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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