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Conjura do Matuto
Rafael Castro
Eu não me agüento mais aqui,
Preciso é de um lugar mais fácil
Com gente que eu nunca vi -
Ninguém pra me censurar.
Quero jogar com o meu azar
E ver quem vai ficar nu.
Olha, o ônibus já vai sair,
Vou pro ânimo do aluguel
E do serviço médio que eu vou ter.
Guardo a lágrima que não cair
Para a dádiva e pro meu troféu
De me desembargar do padecer.
Lá vou ser bonito e astuto,
Conjurando este matuto,
Tendo o amor de quem nem sabe ler.
Vou juntar cacife e orgulho
Pra esquecer-me deste embrulho e
Aí fingir que eu soube viver.
Escrita por: Rafael Castro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Luana. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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