
As Nações
Renato Rosas
Sacudiram-se os oceanos
Agitaram-se mares e marés
Florestas e montanhas respiraram
Como se saíssem de sobre si
O peso há muito infortúnio
O peso há o peso
Chama-se ser
Ser humano
Em sua pior versão
Diamantes, ouro e prata
E todo tipo de dinheiro
E riquezas afinal
Revelam sua frágil impotência
Ora oculta na arrogância
Até elas, as riquezas
E os ricos ficam forçados a fragilidade
A ser soldados de um dominador invisível
Um tirano, o Covid-19
Ou seria, o covarde 19
Sendo Corona ou coroa
O fato é que não dá majestade à ninguém
E nem forma corte só vassalos
Obrigados a servir
Da maior altarquia ao menor miserável
Da mesma triste e lamentável forma
Então a coroa que viria nem da majestade
Sendo covarde e injusto em sua essência
Logo impede e proíbe
Abraços, beijos, apertos e perto nem pensar
Aristóteles,
Sócrates,
Ghandi ou Platão
Tantos outros jamais imaginariam
Fazer tanto sentido
Então o desprezado, explorado
E tantas vezes rejeitado
Homem de Nazaré
Enfim vira verdade
E faz sentido
Amai o outro
Como a você mesmo
Amai o outro
Como a você mesmo
Amai o outro
Como a você mesmo
Amai o outro
Como a você mesmo



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