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Acrilic On Canvas
Renato Russo
Acrilic On Canvas
- É saudade então.
E mais uma vez
De você fiz o desenho mais perfeito que se fez:
Os traços copiei do que não aconteceu.
As cores que escolhi, entre as tintas que inventei,
Misturei com a promessa que nós dois nunca fizemos
De um dia sermos três.
Trabalhei com você em luz e sombra.
Era sempre:
-Não foi por mal. Eu juro que nunca Quis deixar você tão triste.
Sempre as mesmas desculpas
E desculpas nem sempre são sinceras -
Quase nunca são.
Preparei a minha tela
Com pedaços de lençóis
Que não chegamos a sujar.
A armação fiz com madeira
Da janela do seu quarto.
Do portão da sua casa
Fiz paleta e cavalete
E com lágrimas que não brincaram com você
Destilei óleo de linhaça
E da sua cama arranquei pedaços
Que talhei em estiletesDe tamanhos diferentes
E te fiz então,
Pincéis com seus cabelos.
Fiz carvão do batom que roubei de você
E com ele marquei dois pontos de fuga
E rabisquei no horizonte.
Era sempre:
- Não foi por mal. Eu juro que não foi por mal.
Eu não queria machucar você:
Prometo que isso nunca vai acontecer mais uma vez
E era sempre, sempre o mesmo novamente -
A mesma traição.
Às vezes é difícil esquecer:
- Sinto muito, ela não mora mais aqui.
Mas então porque eu finjo que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim - não foi desse jeito.
Ninguém sofreu e é só você que provoca essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito" e "não-te-esqueças-de-mim".
Acrílico en lienzo
- Es nostalgia entonces.
Y una vez más
De ti hice el dibujo más perfecto que se haya hecho:
Los trazos copié de lo que no sucedió.
Los colores que elegí, entre las pinturas que inventé,
Mezclé con la promesa que los dos nunca hicimos
De ser tres algún día.
Trabajé contigo en luz y sombra.
Siempre era:
-No fue a propósito. Juro que nunca quise
Dejarte tan triste.
Siempre las mismas excusas
Y las excusas no siempre son sinceras -
Casi nunca lo son.
Preparé mi lienzo
Con pedazos de sábanas
Que no llegamos a ensuciar.
El marco lo hice con madera
De la ventana de tu cuarto.
De la puerta de tu casa
Hice paleta y caballete
Y con lágrimas que no jugaron contigo
Destilé aceite de linaza
Y de tu cama arranqué pedazos
Que tallé en estiletes
de diferentes tamaños
Y entonces te hice,
Pinceles con tus cabellos.
Hice carbón del lápiz labial que te robé
Y con él marqué dos puntos de fuga
Y garabateé en el horizonte.
Siempre era:
- No fue a propósito. Juro que no fue a propósito.
No quería lastimarte:
Prometo que esto no volverá a suceder una vez más
Y siempre era, siempre lo mismo de nuevo -
La misma traición.
A veces es difícil olvidar:
- Lo siento mucho, ella ya no vive aquí.
Pero entonces, ¿por qué finjo creer en lo que invento?
Nada de esto sucedió así - no fue de esa manera.
Nadie sufrió y solo eres tú quien provoca esta nostalgia vacía
Intentando pintar esas flores con el nombre
De 'amor-perfecto' y 'no-te-olvides-de-mí'.



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