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Assojaba, o Manto Ancestral

René Sobral

Rompeu o som
Da noite que esconde o olhar
Na mata, o vento a soprar
Mistérios de uma outra realidade
No mesmo tom
Rasga o segredo um brado feroz
Teia do tempo, enlace dos nós
O Manto da ancestralidade
Revela: É hora de voltar
Pra refazer a melodia
Que rege a essência do meu lugar

Ê auê! Contam as majés
Dos igarapés, um sonho divino
Vivo na imensidão, no tecido da razão
O valor do seu destino

Auê! Auê! Contam as majés
Dos igarapés, um sonho divino
Vivo na imensidão, no tecido da razão
O valor do seu destino

Ôô
A natureza chora de saudade
Ôô
Quando a nobreza cobre a vaidade
E reescreve nossa história sem pudor
Mas esquece de exaltar o verdadeiro autor
Eu vi Ibirapema e o pajé em ritual
Senti a brisa ybitu num sopro ancestral
Vestido de arco e flecha
Erguendo um lindo cocar
Armadura de Tupinambá!

Ecoou na Cantareira
A terra primeira, a voz dos herdeiros desse chão
Por um Brasil ancestral, minha verdade é tupi
Assojaba, céu do meu Tucuruvi!

Escrita por: Telmo Augusto, Richard Valença, Marcelo Lepiane, Lucas Macedo, Lico Monteiro, Leandro Thomaz, João Perigo, Jefferson Oliveira, Gigi da Estiva, Cabeça do Ajax, Ian Ruas, Miguel Dibo. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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