Traducción generada automáticamente
Poesia Negra
Revolução Letal
Poesia Negra
Nós não somos preto, mas temos sangue de preto
Direto do gueto, acabando com o preconceito
Junto com os parceiro, poesia negra
Seja bem-vindo ao Brasil
Pros racista, eu digo: Chega!
Nós não somos preto, mas temos sangue de preto
Direto do gueto, acabando com o preconceito
Junto com os parceiro, poesia negra
Seja bem-vindo ao Brasil
Pros racista, eu digo: Chega!
Poesia negra corre sangue ancestrais
Pra muda a cena, nós corre atrás
A mídia não mostra o que acontece de verdade
Só quem convive sabe, a pura realidade
Como brasa falou, o rap é preto
Ainda me sinto mal, por causa do preconceito
Somos negro drama, é melhor sair da frente
Não desista do seu sonho, lute pela sua gente
Nós não aceita quem odeia o povo negro
E ainda os persegue pra ficar sem emprego
Ser negro não é motivo pra ser chamado de bandido
O preconceito impera, até como cê tá vestido
País do futebol, o que é racismo
A cada dia que passa, penso muito nisso
Pode melhorar, se todos se unir
Pra fortalecer, só faltou Zumbi
Contra o racismo devemos reagir
Em pleno século 21, o preconceito não deveria existir
Pensamentos atrasados, tem que abrir a mente
Por esse e outros motivos que o Brasil não vai pra frente
Com isso em mente, eu vou além
Cor de pele não torna ninguém melhor que ninguém
Nós odeia o povo que odeia o povo negro
Tempo da escravidão já passou
Mas ainda tem muito preconceito
Vê um preto passando, disse logo que ele é um ladrão
Mas é um trabalhador que dá duro pra colocar comida em casa
Mas como Temer é branco, ninguém diz que ele é um ladrão
Da população rouba milhões, e dele ninguém fala nada
A mente precisa de uma revolução
Porque eu sou braco e o cara é negro
Isso me torna melhor do que ele, não
Claro que não, somos todos iguais
Poesia negra, estou lutando pela paz
Nós não somos preto, mas temos sangue de preto
Direto do gueto, acabando com o preconceito
Junto com os parceiro, poesia negra
Seja bem-vindo ao Brasil
Pros racista, eu digo: Chega!
Nós não somos preto, mas temos sangue de preto
Direto do gueto, acabando com o preconceito
Junto com os parceiro, poesia negra
Seja bem-vindo ao Brasil
Pros racista, eu digo: Chega!
Seja bem-vindo ao Brasil, um país que não tem respeito
Onde negro é espancado, por causa do preconceito
Sua pele branca não é nada comparada a essa história
Zumbi e Mandela sempre ficaram na sua memória
Tão me jugando só porque falo bem da pele negra
Mas se eu fosse negro, vocês não me ouviriam com certeza
Enquanto eu solto minha voz, vocês percebem o meu talento
A pele pode ser branca
Mas é preto o sangue que corre aqui dentro
Em pleno o século 21, o preconceito ainda impera
Vejo muitos falando de Hitler, e esquecendo Mandela
É poesia negra, falando no que vejo no meu dia dia
Nascer com a pele negra era tudo que eu queria
Tentaram nos parar, falando que essa letra é imoral
E os negros sendo espancados, isso cê acha normal
Todo preto é ladrão, quem é rico pensa desse jeito
Essa é pra calar sua boca, Michel Temer não é preto
Me pergunto (me pergunto) por que tanta desigualdade
Por que negros não são vistos iguais na sociedade
Ser humano, tratado como animal
Tentando mudar o dia, e sobreviver ao caos
E ainda diz que o Brasil tem igualdade racial
Mas por causa do preconceito que somos tratados mal
Não me chame de negro, tenha isso em mente
Que o termo correto é afrodescendente
Somos todos um só, seguimos cantando a verdade
Nós somos Mandela, 2pac e Sabotage
É som de preto, então mantendo respeito
Estamos todos unidos contra o preconceito
Paro uma senhora: Por favor, que horas são?
Logo se afasta, me chamando de ladrão
O racismo não morreu, ele só deu um tempo
Presencio sua volta a cada momento
Nós não somos preto, mas temos sangue de preto
Direto do gueto, acabando com o preconceito
Junto com os parceiro, poesia negra
Seja bem-vindo ao Brasil
Pros racista, eu digo: Chega!
Nós não somos preto, mas temos sangue de preto
Direto do gueto, acabando com o preconceito
Junto com os parceiro, poesia negra
Seja bem-vindo ao Brasil
Pros racista, eu digo: Chega!
Poesía Negra
No somos negros, pero tenemos sangre negra
Directo del gueto, acabando con el prejuicio
Junto con los compas, poesía negra
Bienvenidos a Brasil
A los racistas les digo: ¡Basta!
Poesía negra corre en nuestros ancestros
Para cambiar la escena, corremos detrás
Los medios no muestran la verdadera realidad
Solo quienes conviven saben, la pura realidad
Como Brasa dijo, el rap es negro
Aún me siento mal, por causa del prejuicio
Somos drama negro, es mejor apartarse
No abandones tu sueño, lucha por tu gente
No aceptamos a quienes odian al pueblo negro
Y los persiguen para dejarlos sin trabajo
Ser negro no es motivo para ser llamado ladrón
El prejuicio impera, incluso por cómo te vistes
País del fútbol, ¿qué es el racismo?
Cada día que pasa, pienso mucho en eso
Puede mejorar, si todos se unen
Para fortalecer, solo faltó Zumbi
Contra el racismo debemos reaccionar
En pleno siglo 21, el prejuicio no debería existir
Mentalidades atrasadas, hay que abrir la mente
Por estos y otros motivos, Brasil no avanza
Con esto en mente, voy más allá
El color de piel no hace a nadie mejor que otro
Odiemos a quienes odian al pueblo negro
La época de la esclavitud ya pasó
Pero aún hay mucho prejuicio
Ves a un negro pasar, dicen que es un ladrón
Pero es un trabajador que se esfuerza por llevar comida a casa
Pero como Temer es blanco, nadie dice que es un ladrón
Roba millones a la población, y de él nadie dice nada
La mente necesita una revolución
Porque yo soy blanco y el tipo es negro
Eso no me hace mejor que él, no
Claro que no, todos somos iguales
Poesía negra, luchando por la paz
No somos negros, pero tenemos sangre negra
Directo del gueto, acabando con el prejuicio
Junto con los compas, poesía negra
Bienvenidos a Brasil
A los racistas les digo: ¡Basta!
Bienvenidos a Brasil, un país sin respeto
Donde los negros son golpeados por el prejuicio
Tu piel blanca no es nada comparada con esta historia
Zumbi y Mandela siempre en tu memoria
Me juzgan porque hablo bien de la piel negra
Pero si fuera negro, ustedes no me escucharían seguramente
Mientras suelto mi voz, notan mi talento
La piel puede ser blanca
Pero es negra la sangre que corre aquí dentro
En pleno siglo 21, el prejuicio aún impera
Veo muchos hablar de Hitler y olvidar a Mandela
Es poesía negra, hablando de lo que veo a diario
Nacer con piel negra era todo lo que quería
Intentaron detenernos, diciendo que esta letra es inmoral
Y los negros siendo golpeados, ¿eso te parece normal?
Todo negro es ladrón, así piensa el rico
Esta es para callarte, Michel Temer no es negro
Me pregunto (me pregunto) por qué tanta desigualdad
¿Por qué los negros no son vistos iguales en la sociedad?
Ser humano, tratado como animal
Intentando cambiar el día y sobrevivir al caos
Y aún dicen que Brasil tiene igualdad racial
Pero por el prejuicio somos tratados mal
No me llames negro, tenlo en mente
El término correcto es afrodescendiente
Todos somos uno, cantando la verdad
Somos Mandela, 2pac y Sabotage
Es el sonido negro, manteniendo el respeto
Estamos todos unidos contra el prejuicio
Paro a una señora: ¿Por favor, qué hora es?
Se aleja rápidamente, llamándome ladrón
El racismo no ha muerto, solo se tomó un descanso
Presencio su regreso en cada momento
No somos negros, pero tenemos sangre negra
Directo del gueto, acabando con el prejuicio
Junto con los compas, poesía negra
Bienvenidos a Brasil
A los racistas les digo: ¡Basta!



Comentarios
Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra
Forma parte de esta comunidad
Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Revolução Letal y explora más allá de las letras.
Conoce a Letras AcademyRevisa nuestra guía de uso para hacer comentarios.
¿Enviar a la central de preguntas?
Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.
Comprende mejor con esta clase: